sábado, 9 de novembro de 2013

Um Homem à Imagem do Eterno


Ao idealizar o homem, o Eterno desejou criar um ser à Sua imagem e semelhança, que pudesse ser Seu sócio na criação e pudesse representar na Terra a continuidade de Seu governo universal. O Eterno não quis criar um servo ou um súdito. Hashem desejou criar um amigo (2 Cr 20:7; Is 41:8; Tg 2:23), uma criatura que estivesse acima de todas as Suas demais criaturas, a coroa de tudo que tinha idealizado desde o principio. Nossos sábios nos explicamura que estivesse acima de todas as Suas demais criaturas, a coroa de tudo que tinha idealizado desde o princi que Hashem não criou o homem para o mundo e sim o mundo para o homem, o fazendo um pouco menor do que Ele mesmo.

“Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste que é o homem, para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, as aves do céu, e os peixes do mar, tudo o que passa pelas veredas dos mares. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra!” (Sl 8:3-9)

À imagem de D-us o criou...

Ser criado à imagem do Eterno significa representar em sua existência o caráter de Seu Criador. O homem herdou do Eterno uma série de atributos e faculdades que até então somente o Eterno possuía. Ao compartilhar com o homem tais poderes, HaShem tinha como objetivo pôr sobre o governo da criação alguém que estivesse à altura de Lhe representar, por isso, nesse ponto da história, o homem não precisava de uma lei que o normativasse. Ele era conduzido pelos únicos impulsos que conhecia até então. O Eterno lhe havia dado algumas instruções, e cabia ao homem observá-las. Contudo, o próprio Criador deu ao homem o direito de escolher se as coisas deveriam continuar realmente assim. O homem, diferente dos anjos poderia escolher seu próprio caminho. Não era um ser propriamente criado e condicionado a apenas servi-Lo e sim, um individuo com livre escolha a quem o Eterno havia proposto um acordo. Caberia a ele, o homem, cumprir ou não sua parte.

Eis que isto tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas os homens buscaram muitos artifícios. (Ec 7:29).

Em função disso, hoje, não mais vemos nas palavras do salmista uma realidade vivida por nós (Hb 2:5-18) esperamos que Mashiach no fim dos dias reassuma o lugar na criação perdido pelo homem. (Sl 110; Rm 8:18-25, I Co 15:24)

O que mudou com ato de desobediência do homem?

Quando, em Adam, vivíamos no Éden, nosso nível de conexão com o Eterno conosco mesmo e com o meio que governávamos era perfeito (Gn 2:4-15) Não havia resistência da terra para com o homem, no que concerne a produção de mantimento. Não havia ferocidade nos animais para com o mesmo homem. De igual modo, a conexão do homem com seu Criador era tão intima, que o Eterno todas as tardes, dizem nossos sábios, visitava o jardim do Éden, para ter momentos de comunhão com seu sócio, o homem, e o restante de Sua criação. Tendo escolhido seguir seu próprio caminho, movido pelo desejo de se tornar semelhante ao Eterno (Gn 3:1-5), o homem perdeu o acesso à árvore da vida, passando a ter que conviver com a iminência da morte; passou a obter seu alimento através do suor de se próprio rosto tendo um árduo trabalho para consegui-lo, sua fertilidade se misturou à dor e a Terra toda passou a estar debaixo de maldição (Gn 3:6-21), ou seja, “gemidos” pela quebra da harmonia criada pelo Eterno:

“Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora; e não só ela, mas até nós, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, aguardando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.“ (Rm 8:19-23).

Existe então o pecado original? Todos nós tornamos irremediavelmente pecadores?

A ideia do pecado original, criada pelo catolicismo romano, e por vezes atribuído ao sexo, é na verdade uma forma de isentar o homem de sua culpa, atribuindo isso à força de sua própria natureza. Contudo a Torah nos diz o contrario em relação a condição do homem diante do pecado:

“Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar.”  (Gn 4:7)

Se o pecado jaz à porta, logo não está no homem mas fora dele, como sempre esteve.

“A inclinação para o mal deseja tentar-te continuamente, mas tu podes dominá-la tu podes te sobrepor a ela se quiseres, porque tu podes corrigir teus caminhos e afastar o pecado. Deste modo, o Eterno ensinou Caim que o homem pode sempre se arrepender e o Eterno estará pronto a perdoá-lo”. Torah Pg 10

O pecado não é hereditário, a morte, consequência do pecado, que o é.

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.” (Rm 5:12)

O homem é mau desde sua meninice, e não desde seu nascimento (Gn 8:21)

“O homem não nasce com tendências ou impulsos, e sim que estes são resultados de sua conduta, ou de influências recebidas, e não consequências de sua própria natureza. Os ensinamentos da Torah são uma espécie de antídoto, cuja finalidade é purificar e refinar o ser humano, libertando-o dos impulsos negativos de seu coração. Quando conseguimos educar nossa mente e nosso corpo, criando limites e parâmetros para nossa gula, cobiça inveja, luxuria sede de riquezas e poder, ao invés de simplesmente erradica-los, estamos disciplinando nosso ser de forma construtiva, sem violenta-lo ou exigindo dele algo contra sua própria natureza. Ao invés de proibir, a Torah prefere normalmente regulamentar, limitar e, assim, educar”. Torah Pg. 21 (II Tm 3:16,17)

O que Shaul Hashaliach quis dizer com “o pecado que habita em mim”?

Se lermos atentamente o texto de Rm 7:6-16 perceberemos que Shaul aqui se refere a escravidão do pecado que, por ocasião de sua pratica, passa a nos fazer escravos, como disse o Mestre Mashiach: (Jo 8:34).

Mas o pecado não está em nossa natureza e sim habitando em todos aqueles que dele são escravos, pois no tocante ao homem interior o apostolo afirma ter prazer em cumprir a Lei do Eterno (Rm 7:22)

Hoje, porém, no Mashiach, por meio de Ruach HaKodesh que em nós habita, somos livres do poder do pecado, mediante o subjugamento que a carne deve sofrer pela ação do Espirito. Não somos tentados por outra coisa senão por nossa própria concupiscência. (Gl 5:16; I Jo 2:16-17; Tg 1:12-13) Logo, o pecado é fruto da vontade do próprio homem.

Uma Torah à Imagem do Eterno

 Com a expulsão do jardim do Éden, o homem passou a ter de viver de acordo com suas próprias escolhas. A maldade e a injustiça se multiplicaram na Terra (Gn 6:4-9). Quanto mais o tempo passava, menos a Terra e a humanidade se pareciam com a criação idealizada pelo Eterno. Por isso, desejou por um momento não ter criado a humanidade e pôs em Seu coração o desejo de destruí-la. Contudo, ao olhar para a vida de um homem, o Tsadik Noach, pensou: “Ainda vale a pena deixar que história siga o seu curso” Ao perceber os atos de justiça de Noach, HaShem vislumbrou nele a imagem de todos os justos da Terra e os que dele haveriam de nascer. Em Noach, HaShem viu nossos pais Avraham, Itzchak e Yaakov, o justo Yossef, nosso mestre Mosheh, nosso querido rei David, os profetas Eliahu, Yirmiahu e outros, Ele viu a Ezrah e Nechemiah, previu tudo o que fariam em sua existência, viu todos os mártires que morreriam pela fé em um único D-us e, em todos esses homens ele vislumbrou o Mashiach e se sacrifício redentor. Este sacrifício seria maior que o de Abel (Hb 11:2; 12:24). E disse o Eterno “É muito bom”.

...Para Guardar a Sua Torah...

Por causa de Noach, o Eterno acabou por dar uma nova chance à humanidade, ordenando ao Tsadik que construísse uma arca onde ele, sua família e um grande número de todas as espécies de animais para que pudessem ser preservados da grande destruição que cairia sobre a Terra. (Gn 6:11-7:24). Com o fim da destruição, ao sair Noach com sua família da arca, ofereceu um sacrifício ao Eterno. Ele se agradou tanto de sua atitude que fez uma aliança com Noach, de não mais destruir a Terra como havia feito (Gn 8:1-22). Em seguida cofiou a ele uma serie de mandamentos, que incluíam repovoar a Terra, governá-la com sabedoria, preservando a vida e sendo justo (Gn 9:1-17). Assim como nós, Noach, deveria se esforçar para trazer novamente a Terra de volta à sua condição edênica; fazer dela habitável (Is 58:12). Contudo dos três filhos de Noach, ao que tudo indica apenas Shem, seguiu a justiça e a fé de seu pai. Seus irmãos geraram os egípcios, o povo de Magog, e os cananeus. Shem viveu 600 anos e morreu quando nosso pai Avraham já estava com 140 anos de idade. Nossos sábios dizem que ele era Melquisedeque e era ancestral de nosso pai Avraham, com o qual a história do mundo começou realmente a mudar. Ao longo da história homens justos e suas vidas justificaram a aliança feita pelo Eterno a Noach que não mais destruiria a Terra como o fez.

O que o Eterno viu em Avraham para escolhê-lo?

a) Avraham era justo (Gn 23:1-17)
b) ele era bom (Gn 18:1-15)
c) era modesto (Gn 13:1-10; 14:21-22)
d) obediente (Gn 12:1-8)
e) Avraham intercedia pelos homens (Gn 18:22-23)
f) Avraham amava a sua casa (Gn 14:12-17)
g) amava o Eterno (Gn 22:1-19)

O Eterno desejou então houvessem muitos homens como Avraham. Sendo assim, prometeu dele tirar uma descendência que deveria trazer o sinal de Sua aliança na carne. Tempos depois o Eterno traria todos os gentios sinceros para dentro deste pacto. (Gn 17:9-14)

Que promessas o Eterno fez a Avraham?

HaShem lhe abençoa com sete bênção e o torna o pai espiritual de todas as nações da Terra (Gn 12:1-3). Lhe dá a promessa da Terra e de uma descendência que a herdaria (Gn 15:1-21), depois o Eterno promete que esta descendência seria lhe dada da mulher que amava desde sua mocidade (Gn 15:3-21). Com Itzchak e Yaakov, formam-se as doze tribos que, por causa da fome e pela salvação de Yossef acabaram indo estabelecer-se no Egito onde, segundo o que já havia sido dito a Avraham, seriam escravos de um outro povo e depois de lá sairiam ricos (Gn 15:3-21).

Depois de tantos anos de escravidão, qual era a principal missão do Eterno para aquele povo?

Todo este processo de múltiplas transformações sofridas pelo homem desde Noach até Avraham e seus descendentes é parte de um plano divino muito maior do que poderíamos imaginar. (Is 55:8-9; 64:4; Rm 8:28; I Co 2:9) A aflição do povo de Israel no Egito fez com que seus corações se voltassem para o Eterno (Ex 1:1-14; 2:23-25). Uma vez que o homem se voltasse para Ele por sua vez Ele estaria pronto a fazer a Sua parte (Ex 3:1-17). O desejo do Eterno em ter muitos filhos e amigos como o justo Avraham estava prestes a se cumprir (Ex 19:1-6). O Eterno os traria de volta à Terra prometida a Avraham mas antes lhes daria uma Lei, um código de ensinos e conduta que uma vez cumprido os faria justos, bons, modestos, obedientes, intercessores pelas demais nações (sacerdotes), amantes da família de HaShem. Então aos pés do monte Sinai, após ter tirado sua amada do cativeiro, o Egito, ter se apresentado a ela e posto Suas condições e intenções iniciais (Ex 20:117), os dez pronunciamentos, traz Mosheh ao monte em secreto e escreve com ele o restante de seu contrato. Durante os 40 dias de noivado Israel comete adultério (Ex 32:1-10). Mosheh, o rabino, rasga a ketubah, mas o Eterno prefere perdoar a Israel e escreve um novo contrato(Ex 34:1-9). HaShem entrou em matrimonio com Israel diante dos olhos de toda a terra e das gentes de outros povos ali presentes (Ex 28:38) e por testemunhas deste casamento toma o céu e a terra (Dt 4:26; Mt 5:18). Mosheh, o oficiante da cerimonia lê a ketubah (contrato de casamento) do noivo, a Torah, perante a noiva, Israel, que diz sim ao contrato. (Ex 24:1-9). A Torah deveria os tornar a imagem do Eterno novamente.

Um Homem à Imagem da Torah

Ao pecar pela primeira vez o homem perde o acesso à arvore da vida. O Eterno em Sua infinita misericórdia lhe dá a Sua Tohah, para que seja como dizemos em nossas preces matinais:

Árvore da vida para os que nela se apegam, e os que nela se apoiam são bem aventurados. Seus caminhos são caminhos agradáveis e todas as suas veredas são de paz. Faz-nos voltar a Ti Eterno e voltaremos. Renova os nossos dias como nos tempos antigos.”

Por meio dos mandamentos do Eterno temos acesso a um mapa que nos leva ao caminho de volta para casa: nossa primeira condição de homem à imagem do Eterno, porem, mesmo nos comprometendo para com Ele no dia de nosso desposar, nossa carne e nossa concupiscência insistiam em nos desnortear. Por isso o Eterno idealiza aquilo que seria o caminho que nos faria voltar definitivamente para Ele: “a Nova Aliança”

...Para que sejamos Seus.

Desde os dias da Torah, HaShem já havia idealizado toda a historia de Israel. Ele sabia que nós não obedeceríamos Seus preceitos facilmente. Ele conhecia o intuito do homem em sempre se deixar levar pela sua vontade. Por isso em Devarim 30, Ele deixou relatado, quase mil anos antes, o exilio a dispersão de nosso povo e suas aflições decorrentes de nossa desobediência, mas que culminaria na sua reunião restauradora. Na circuncisão de seus corações e na facilitação de que esta Torah fosse realmente cumprida, agora pela ação de Ruach HaKodesh, que nos seria concedido. (Ler: Dt 30:1-11). Com a Torah outorgada no Sinai, tivemos nela uma oportunidade de conhecer ao Eterno. Ela nos é a revelação de Seu caráter e um manual para que o Mundo pudesse voltar a ser o jardim criado pelo Eterno para a habitação do homem. A visão do Eterno em relação ao homem expressada na Torah era a de um homem à imagem de Avraham, um tsadik, justo, um homem capaz de, em sua geração representar o caráter de seu criador e ser um modelo para o restante dos homens. Através da Torah, o desejo do Eterno era de que nos tornássemos LUZ para as demais nações (Is 49:6).

O que é a primeira Aliança? Quem foi seu mediador?

Ao contrario do que as pessoas costumam pensar a primeira aliança não é a lei, mas, como o próprio nome diz é a aliança que Israel fez com o Eterno aos pés do Monte Sinai, comprometendo-se em observar todos os mandamentos desta lei. A primeira aliança foi um contrato de intenções, onde as partes expuseram seu comprometimento em prosseguir observando  UZ para as demais naç Eterno era de que nos tornhomens.  em sua geraçortunidade de conhecer ao Eterno. ssa primeira condiço que lhe era por dever. Este contrato possuía clausulas que uma vez quebradas representariam multas a serem pagas. As penalidades poderiam variar de acordo com a gravidade da transgressão. Em Ex 24 vemos o pacto sendo efetuado e selado com sangue diante dos dez novilhos e diante de Mosheh e Israel (Ex 24:1-18). O mediador da primeira aliança foi Mosheh por isso hoje dizemos “A Lei de Moises”, pois assim o próprio Eterno falou: “Lembrai-vos da Lei de Moises, meu servo...” (Ml 4:4).

O que é Nova Aliança? Quem foi seu mediador?

Se a primeira aliança é o firmamento de um contrato, a nova aliança é a renovação deste contrato. As clausulas são as mesmas. Só que agora, o Eterno se compromete em mudar a maneira de implementação deste contrato. Nas palavras de Seu profeta ouvimos HaShem dizer: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espirito, diz o SENHOR dos exércitos” (Zc 4:6). O desejo do Eterno era de que não mais cumpríssemos a Lei por medo da punição, uma vez que toda punição exercida pelo homem está sujeita a injustiça e corrupção. (Sl 14:1-7; Rm 3:9-26). Ele não se agradava da maneira como alguns homens encaravam a Torah (Is 29:10-13). Muitos dos que deveriam cumprir a lei, usavam dela para oprimir os menos favorecidos de defesa (Is 10:1-4). Outros usavam dos cargos que a lei estabelecia para se valer de seus benefícios. (I Sm 2:12-17). O Eterno preferiu renovar os votos de compromisso entre Ele e Seu povo como dito pelo profeta Yirmiahu (Jr 31:31-34). Outros profetas também falaram deste tempo (Is 56:1-7; Jl 2:24; Is 42:1-7). O objetivo desta nova aliança era fazer com que seguíssemos a Torah, pela ação do Ruach HaKodesh que nos seria outorgado por sua bondade e misericórdia. HaShem havia nos revelado que enviaria um profeta semelhante a Mosheh (Dt 18:15-19; At 3:11-26). Como profeta, Yeshua deveria se revelar por meio de milagres (Jo 25:25; 3:2) e ensino da Torah (Mt 5:17-20). Por fim, antes de passar pela morte e ressuscitar, Yeshua em seu ultimo sêder de Pessach, na companhia de seus talmidim disse o que está em (Mc 14:24; Lc 22:20; I Co 11:25). Yeshua foi o mediador da Nova Aliança (Hb 9:10-28; 12:24).

Com quem se daria a Nova Aliança e a quem se estenderia?


Ela deveria começar com Israel e por fim se estender a todos os gentios sinceros que ao Eterno desejasse voluntariamente se achegar (Jr 31:31; Is 56:1-8; Mt 7:24-30; Lc 7:1-10; Rm 1:16; Rm 3; 9; 11; Ef 2:11-19; 4:17-24)

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